Papo: cicloturismo de aventura

Papo: cicloturismo de aventura

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Salve, salve!

Este é um post diferente, onde estarão reunidas as apresentações e informações que repassei no “Papo: cicloturismo de aventura”, que rolou na última quinta no Garupa, uma bicicletaria bacana aqui de Floripa. Foi um encontro legal, com pessoas interessadas em pedalar de forma autônoma para longe das cidades. Espero que tenhamos muitos outros mais!

Então, sem mais delongas, vamos aos arquivos.

Apresentações sobre a Acolhida na Colônia e o roteiro pelo Litoral, Serra e Vale Histórico.

Track da Acolhida na Colônia.

Track do Litoral, Serra e Vale Histórico.

Livros e guias de cicloturismo de aventura.

Informações para iniciar no cicloturismo.

Se precisar de mais alguma informação ou dica, é só comentar aí embaixo. Terei prazer em ajudar.

Montain bike. Mesmo.

Sim, sou eu

Montanha para todos os lados. Todos os gostos. Com visual delicioso e uma boa acolhida de comunidades rurais. Ah, se todo o final de semana fosse neste nível… No sábado, logo pela manhã, saímos de carro com destino a Santa Rosa de Lima, onde seríamos personagens em uma filmagem. O assunto era a associação de pousadas “Acolhida na Colônia” e um roteiro inédito de cicloturismo desenvolvido pelo Caminhos do Sertão.

Logo na chegada, almoço no sítio. E que almoço. Só tem que ter cuidado porque a idéia é pedalar a tarde. Um cafezinho pra manter a pulsação em ordem e vamos às bikes. E aos morros. Localizada no pé da serra, esta região me lembra o mar de morros do interior de Minas Gerais, mas com um desnível maior ainda. Quando não estamos subindo, é hora de usar os freios.

Final de tarde, uma parada para o café na casa da Dona Tabita e segue o comboio até o Balneário Paraíso das Águas. Lá, uma enorme piscina de águas termais nos aguardava, com direito a uma cervejinha pra relaxar de vez. Opa, mas tem que pedalar mais um pouco ainda. E com morro! Mas como não tem hora pra chegar, a volta à pousada se torna um delicioso passeio iluminado apenas pela lua cheia.

Janta, dorme, acorda, toma café e vai pedalar! Neste segundo dia o objetivo é a vizinha Anitápolis. De novo acompanhados pela equipe de filmagem. Passamos rapidamente pelo centro de Santa Rosa e pelo canteiro de obras de uma PCH. Até lá, uma beleza de pedal. Luz da manhã, morros suaves e clima agradável. Mas avisaram. Seria mais puxado que a véspera. E dali a pouco começou. Uma subida longa e, em alguns pontos bastante inclinada. Destas de fazer a bike empinar a roda diantreira a cada aplicação de carga no pedal. Uma suadinha nos pontos sem sombra e o morro está vencido. Era só isso? Não. Mas pelo menos tem um downhill pra alegrar e soltar o freio. E começamos a subir de novo. Uma subida esquisita, que não contornava totalmente as encostas, de forma a aliviar a inclinação. Parece que o negócio ali era economizar estrada pra chegar mais rápido. De carro. E fui indo. Hora pedalando, hora empurrando. Longa e muito inclinada. Curva após curva.No alto apenas a Hila, que sobe tudo como se não fosse com ela. De lá, banco baixo mais uma vez e toca pra pousada Recanto das Cachoeiras.

Michelle passeando no jardim

Com o grupo novamente junto, bastava esperar o almoço. Colonial, claro. Uma delícia, o melhor da viagem. Depois, mais uma entrevista com o pessoal do vídeo e toca de volta pra casa. Como corpo cansado, no vale, e a alma leve, lá no alto do morro.

Obs: mais fotos ali em cima, no link do Flickr