Siga a viagem: Diocá na Estrada

Siga a viagem: Diocá na Estrada

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A expressão é velha, surrada até. Mas o “sem medo de ser feliz” se encaixa muito bem para este simpático casal de Brasília que juntou todas as economias (sacando inclusive o FGTS), se desfez do que não era fundamental e partiu para uma viagem de volta ao mundo. O passeio começou por Portugal e eles estão agora na Tailândia, com vários causos escritos de forma leve e bem humorada no blog Diocá na Estrada.

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Tire um tempinho da sua rotina e chegue lá pra ler boas histórias e ver belas imagens. Se se empolgar, aproveite e ajude o casal a encerrar sua viagem.

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10.000 visualizações

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E eis que o Nácolo atingiu hoje a marca de 10.000 visualizações desde o seu início, em dezembro de 2009. Não é um número fabuloso, fantástico ou espetacular na comparação com portais profissionais, mas dá um certo gosto de ver. Este blog sempre foi feito como um hobbie, tendo gerado receita zero nestes três anos e meio. O objetivo disso aqui sempre foi o de divulgar informações e, em menor escala, expressar minha opinião sobre ciclismo, cicloturismo e atividades junto à natureza. Qual será o futuro do Nácolo? Nem eu sei, mas cada vez mais pego gosto e vou apurando a direção disso aqui.

E, claro, devo agradecer aos visitantes, sejam eles frequentes ou não, que foram os que, na prática, fizeram este número. Convido para que participem mais, comentando e divulgando o Náculo quando acharem que deve.

Muito obrigado!

Fábio Almeida

Dançando com as montanhas

A visita de uma espanhola, amiga de meu irmão, me rendeu uma grande descoberta. Ela me falou de uma rota de cicloturismo, muito dura (difícil), chamada Transpirinaica. Me disse que é um caminho que acompanha os Pirineus, em toda a fronteira com a França. São mais de duas semanas subindo e descendo montanhas em uma região muito pouco habitada. Procurando na internet, descobri um relato do passeio feito por ciclistas de Lisboa.

O passeio é um absurdo. Quase todos os dias fecham com subida acumulada entre 1.000 e 2.000 metros. Mas com visuais de compensar todo o sacrifício.

http://tiagussbtt.blogspot.com/2009/07/transpirinaica.html

Só a leitura do longo relato já é uma delícia. Tem que ler aos poucos, com tempo. Quem sabe me preparo para dançar?

Montain bike. Mesmo.

Sim, sou eu

Montanha para todos os lados. Todos os gostos. Com visual delicioso e uma boa acolhida de comunidades rurais. Ah, se todo o final de semana fosse neste nível… No sábado, logo pela manhã, saímos de carro com destino a Santa Rosa de Lima, onde seríamos personagens em uma filmagem. O assunto era a associação de pousadas “Acolhida na Colônia” e um roteiro inédito de cicloturismo desenvolvido pelo Caminhos do Sertão.

Logo na chegada, almoço no sítio. E que almoço. Só tem que ter cuidado porque a idéia é pedalar a tarde. Um cafezinho pra manter a pulsação em ordem e vamos às bikes. E aos morros. Localizada no pé da serra, esta região me lembra o mar de morros do interior de Minas Gerais, mas com um desnível maior ainda. Quando não estamos subindo, é hora de usar os freios.

Final de tarde, uma parada para o café na casa da Dona Tabita e segue o comboio até o Balneário Paraíso das Águas. Lá, uma enorme piscina de águas termais nos aguardava, com direito a uma cervejinha pra relaxar de vez. Opa, mas tem que pedalar mais um pouco ainda. E com morro! Mas como não tem hora pra chegar, a volta à pousada se torna um delicioso passeio iluminado apenas pela lua cheia.

Janta, dorme, acorda, toma café e vai pedalar! Neste segundo dia o objetivo é a vizinha Anitápolis. De novo acompanhados pela equipe de filmagem. Passamos rapidamente pelo centro de Santa Rosa e pelo canteiro de obras de uma PCH. Até lá, uma beleza de pedal. Luz da manhã, morros suaves e clima agradável. Mas avisaram. Seria mais puxado que a véspera. E dali a pouco começou. Uma subida longa e, em alguns pontos bastante inclinada. Destas de fazer a bike empinar a roda diantreira a cada aplicação de carga no pedal. Uma suadinha nos pontos sem sombra e o morro está vencido. Era só isso? Não. Mas pelo menos tem um downhill pra alegrar e soltar o freio. E começamos a subir de novo. Uma subida esquisita, que não contornava totalmente as encostas, de forma a aliviar a inclinação. Parece que o negócio ali era economizar estrada pra chegar mais rápido. De carro. E fui indo. Hora pedalando, hora empurrando. Longa e muito inclinada. Curva após curva.No alto apenas a Hila, que sobe tudo como se não fosse com ela. De lá, banco baixo mais uma vez e toca pra pousada Recanto das Cachoeiras.

Michelle passeando no jardim

Com o grupo novamente junto, bastava esperar o almoço. Colonial, claro. Uma delícia, o melhor da viagem. Depois, mais uma entrevista com o pessoal do vídeo e toca de volta pra casa. Como corpo cansado, no vale, e a alma leve, lá no alto do morro.

Obs: mais fotos ali em cima, no link do Flickr

Para a terça, dia 20

Um pouco de cicloturismo.

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