Siga a viagem: Diocá na Estrada

Siga a viagem: Diocá na Estrada

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A expressão é velha, surrada até. Mas o “sem medo de ser feliz” se encaixa muito bem para este simpático casal de Brasília que juntou todas as economias (sacando inclusive o FGTS), se desfez do que não era fundamental e partiu para uma viagem de volta ao mundo. O passeio começou por Portugal e eles estão agora na Tailândia, com vários causos escritos de forma leve e bem humorada no blog Diocá na Estrada.

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Tire um tempinho da sua rotina e chegue lá pra ler boas histórias e ver belas imagens. Se se empolgar, aproveite e ajude o casal a encerrar sua viagem.

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Dançando com as montanhas

A visita de uma espanhola, amiga de meu irmão, me rendeu uma grande descoberta. Ela me falou de uma rota de cicloturismo, muito dura (difícil), chamada Transpirinaica. Me disse que é um caminho que acompanha os Pirineus, em toda a fronteira com a França. São mais de duas semanas subindo e descendo montanhas em uma região muito pouco habitada. Procurando na internet, descobri um relato do passeio feito por ciclistas de Lisboa.

O passeio é um absurdo. Quase todos os dias fecham com subida acumulada entre 1.000 e 2.000 metros. Mas com visuais de compensar todo o sacrifício.

http://tiagussbtt.blogspot.com/2009/07/transpirinaica.html

Só a leitura do longo relato já é uma delícia. Tem que ler aos poucos, com tempo. Quem sabe me preparo para dançar?

Montain bike. Mesmo.

Sim, sou eu

Montanha para todos os lados. Todos os gostos. Com visual delicioso e uma boa acolhida de comunidades rurais. Ah, se todo o final de semana fosse neste nível… No sábado, logo pela manhã, saímos de carro com destino a Santa Rosa de Lima, onde seríamos personagens em uma filmagem. O assunto era a associação de pousadas “Acolhida na Colônia” e um roteiro inédito de cicloturismo desenvolvido pelo Caminhos do Sertão.

Logo na chegada, almoço no sítio. E que almoço. Só tem que ter cuidado porque a idéia é pedalar a tarde. Um cafezinho pra manter a pulsação em ordem e vamos às bikes. E aos morros. Localizada no pé da serra, esta região me lembra o mar de morros do interior de Minas Gerais, mas com um desnível maior ainda. Quando não estamos subindo, é hora de usar os freios.

Final de tarde, uma parada para o café na casa da Dona Tabita e segue o comboio até o Balneário Paraíso das Águas. Lá, uma enorme piscina de águas termais nos aguardava, com direito a uma cervejinha pra relaxar de vez. Opa, mas tem que pedalar mais um pouco ainda. E com morro! Mas como não tem hora pra chegar, a volta à pousada se torna um delicioso passeio iluminado apenas pela lua cheia.

Janta, dorme, acorda, toma café e vai pedalar! Neste segundo dia o objetivo é a vizinha Anitápolis. De novo acompanhados pela equipe de filmagem. Passamos rapidamente pelo centro de Santa Rosa e pelo canteiro de obras de uma PCH. Até lá, uma beleza de pedal. Luz da manhã, morros suaves e clima agradável. Mas avisaram. Seria mais puxado que a véspera. E dali a pouco começou. Uma subida longa e, em alguns pontos bastante inclinada. Destas de fazer a bike empinar a roda diantreira a cada aplicação de carga no pedal. Uma suadinha nos pontos sem sombra e o morro está vencido. Era só isso? Não. Mas pelo menos tem um downhill pra alegrar e soltar o freio. E começamos a subir de novo. Uma subida esquisita, que não contornava totalmente as encostas, de forma a aliviar a inclinação. Parece que o negócio ali era economizar estrada pra chegar mais rápido. De carro. E fui indo. Hora pedalando, hora empurrando. Longa e muito inclinada. Curva após curva.No alto apenas a Hila, que sobe tudo como se não fosse com ela. De lá, banco baixo mais uma vez e toca pra pousada Recanto das Cachoeiras.

Michelle passeando no jardim

Com o grupo novamente junto, bastava esperar o almoço. Colonial, claro. Uma delícia, o melhor da viagem. Depois, mais uma entrevista com o pessoal do vídeo e toca de volta pra casa. Como corpo cansado, no vale, e a alma leve, lá no alto do morro.

Obs: mais fotos ali em cima, no link do Flickr

Para a terça, dia 20

Um pouco de cicloturismo.

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Pedalando após o Audax

Ando meio sumido, eu sei. Na verdade quase não pedalei desde a prova do dia 21. Apenas na última quinta, dia 1º, fiz um trajeto novo. Nem tanto por opção, mas bem legal. Com o carro na oficina, teria que ir de ônibus a um compromisso em Forquilhinhas. Mas acabei me enrolando e não daria mais tempo para enfrentar as três viagens até lá. Muito pouco antes de desistir, lembre da bike e gostei da idéia. Pesquisando no Google Maps vi que eram apenas 21,5 quilômetros até lá. Fiz uns ajustes no trajeto, evitando a Via Expressa e a BR-101 e ficou com 18,5 km. Assim:

[googlemaps http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=R.+Jo%C3%A3o+Pio+Duarte+Silva&daddr=-27.613124,-48.546567+to:Av.+Gov.+Ivo+Silveira+to:R.+Dr.+Const%C3%A2ncio+Krummel+to:R.+Ver.+Arthur+Manoel+Mariano&hl=pt-BR&geocode=FQLcWv4d8tEb_Q%3B%3BFfrbWv4dvpUa_Q%3BFXDAWv4dVwUa_Q%3BFQ71Wv4dv6sZ_Q&mra=dpe&mrcr=0&mrsp=1&sz=16&via=1,2,3&sll=-27.611071,-48.545194&sspn=0.011123,0.01929&ie=UTF8&ll=-27.611071,-48.545194&spn=0.011123,0.01929&output=embed&w=425&h=350]

Apesar do sol forte do meio-dia, foi um pedal legal. Diferente do que sempre faço e com um pedaço agradável, que é a ciclovia da Beiramar de São José. Apenas a opção de passar pela Ivo Silveira que me deixou na dúvida. A idéia inicial era a segurança contra assaltos, considerados comuns na Via Expressa. No entanto o que vi na Ivo Silveira passa longe da sensação de segurança. E ainda por cima com o ciclista subindo lentamente um baita morro. Talvez seja mais negócio uma passagem acelerada pela Via Expressa.

De resto, segue o feriado, com minha bike passeando alugada pela bela Urubici.

O sonho da 29er e a escolha possível

Sem bike eu não poderia ficar. Comecei a pesquisar aqui e ali e percebi que os preços tinham subido um bocado desde a compra da Schwinn, em 2005. Uma bike como a minha, que eu tinha pago R$ 1.600, me custaria algo por volta de R$ 3.000. Comprar nos EUA seria uma opção, já que havia, em teoria, duas pessoas poderiam trazer a encomenda. Pesquisei e cheguei em uma Cannondale melhor, com freio a disco hidráulico e tudo de primeira, por US$ 1.000. Continuando a pesquisar no pedal.com.br, conheci as 29er. Afinal, uma bike para os grandes, com melhor geometria e, principalmente, rodas com diâmetro maior. Assim, se supera melhor os pequenos obstáculos e se mantém melhor a velocidade nas estradas. Simplesmente ideal para o Audax. Mais um pouco de internet e achei a Cannondale 29er 4, pelos mesmos US$ 1.000. Após um pouco de reflexão sobre encarar ou não uma categoria desconhecida, “bati o martelo” que seria uma 29er.

Cannondale 29er 4

O problema foi viabilizar. Contatados, ambos os portadores estavam cheios de encomendas, aceitando apenas trazer coisas pequenas e baratas, por causa da cota. Pesquisei no Brasil e o preço era de R$ 4.000. Caro, mas não no absurdo das bikes top, que passam fácil de R$ 10.000 por aqui. Cheguei a pensar em encarar, suavemente pedalado em várias prestações e com ajuda do pai, que estava me visitando na época. Mas os tempos eram outros. Trabalho novo e de remuneração menor. Austeridade nos gastos e tal.

Well, sem bike eu não poderia ficar. Então fui para o outro lado. Qual seria a mais barata, entre as que oferecem opção de escolha de tamanho de quadro? Ah, o quadro também tinha que ter uma geometria mais tradicional, pior para a terra mas melhor para a estrada. Fechei as escolhas entre a Merida S10 e a Sundown Team 4.ooo. A Sundown tinha como vantagem a marca dos passadores e suspensão, ligeiramente melhores que o da Merida, pelo mesmo preço. Mas bastou uma voltinha pra optar pela branquinha. A geometria do quadro da Sundown era forçosamente muito esportiva, com o guidom muito baixo. Até daria para arrumar, mas não queria perder tanto tempo (poderia levar meses) nesta tentativa-e-erro. E veio a Merida. A escolha possível, e muito honesta em sua faixa de mercado. A 29er virá. É uma questão de tempo

O PC 1

A parada no PC foi meio esquisita. Eu não estava cançado, nem com fome, nem sede, nem calor. Mas ta tinham sido percorridos 50 km, e eu deveria me cuidar. O céu estava aberto e em breve o sol iria incomodar. Não tinha protetor solar. Mas estranhamente isso não me preocupava. Tomei um pouco de Coca e comi alguns ClubSocial. Cai sempre bem.

O Cuca começou a conversar com a Rafaela e comentou dela ir nos nosso ritmo. Ela ficou um pouco receosa, alegando que não tinha ritmo nas subidas. Em conjunto garantimos a ela que nossa filosofia era devagar e sempre. Com o tempo perceberíamos o quanto estávamos certos nesta estratégia.

Após uns 30 minutos, que pareceram 15, saímos para o Sul da Ilha.

Só não muda de idéia que não tem uma

Treino feito neste domingo. Quase 100km. Inscrição para o Audax já confirmada

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Chuva, suor e 67 quilômetros

Decidi em cima da hora. Agenda vazia para esta tarde, resolvi fazer um longo em direção ao sul da ilha. Caminhos de emoções fortes, principalmente entre o trevo da seta e o Campeche. Briga com carros, ônibus e caminhões por cada centímetro de pista. Ainda bem que depois vem o morro das pedras, vazio em um dia de semana de março. Mar grande, estourando com força. Bonito de ver. Na Armação o vento sul voltou com um pouco mais de força, e me acompanhou até os Açores.

Paradinha rápida pra respirar e da-lhe voltar com um ventinho empurrando. Mas veio a chuva, forte e um pouco gelada. Pelo menos o transito estava mais tranqüilo. Com média boa, cheguei rápido a Via Expressa Sul. E da-lhe cãibra com o pé ensopado.

Ciclovia a mais de 25 km/h e decido seguir com o plano e dar a volta ao Morro da Cruz. Daria tempo de chegar em casa, tomar banho e pegar o Arthur no colégio. E deu, apesar as obras que obrigam a pedalar na pista dos carros, em plena Beira-Mar. Cheguei em casa ensopado mas contente. E convicto de que o Audax não é pra mim.

Pedalar tem que ser um prazer. E estas 3:27h foram no limite do agradável. Já uma boa participação no Audax significa 10h sentado na bicicleta…

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Pronto para o Audax?

No sábado saí para experimentar a bike depois as várias alterações que fiz. A idéia era fazer um treino de longa, como apreritivo para o Audax de Floripa, que acontece dia 21 de março. O trajeto definido era de 80km, passando pelo norte da ilha. Saí de casa com um tempo um pouco nublado, bom para pedalar. E fui em ritmo bom até Jurerê, com média de 22 km/h. Agradeço aos novos pneus, mais finos, que seguram menos a rolagem. Na sequencia, entre Jurerê e Canasvieiras, tem uns morrinhos chatos. Curtos, porém muito inclinados. A ponto de ter que pedalar de pé pra subir. Depois, Canasvieiras e Cachoeira, já com o sol na cabeça. Subindo para ir aos Ingleses senti o cansaço e percebi que a adição de mais uma marcha ainda não deixou a bike tão leve assim. Tive que desmontar e empurrar.

Depois, um passeio pela confusão que é o acesso ao Rio Vermelho e as retas de Moçambique. E o cansaço batendo, com o sol e a fome. Uma paradinha e comi dois assados e relaxei por uns 10 minutos. Monta na bike de novo e lá vem o morro da Barra, outra pedreira. Aí subindo aquela jaca, já empurrando sob sol, me perguntava se eu conseguiria mesmo fazer os 200 km do Audax. Descidinha até a mole e subidinha até o Latitude, pra quebrar de vez e pensar em desistir. Liguei pra Michelle, mas estava com sorte e deu fora de área. Sem opção, sigo em ritmo de passeio pelas Rendeiras e me conformo de ter que subir o morro da Lagoa. Uma parada um pouco antes da subida, mais um pouco de água e cinco minutos de descanso. E o morro é vencido sem maiores ou menores dificuldades. Simplesmente como ele é e eu já conheço há 15 anos. Na descida, nem penso em seguir reto para complementar os 80 km previstos para o dia. Viro para casa e chego com 65 km rodados e a confiança no Audax bem abalada. Vamos ver os próximos treinos. Quanto a bike, tudo de bom.

[googlemaps http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=R.+Jo%C3%A3o+Pio+Duarte+Silva&daddr=Estrada+desconhecida+to:SC-401+to:SC-401+to:Rod.+Tertuliano+Brito+Xavier+to:R.+Leonel+Pereira+to:Rod.+Jo%C3%A3o+Gualberto+Soares+to:Rod.+Jo%C3%A3o+Gualberto+Soares+to:-27.599866,-48.508512&geocode=FQbcWv4dfdEb_Q%3BFTUvW_4dTJ4b_Q%3BFbhmW_4d7t8b_Q%3BFfiPW_4drPEb_Q%3BFbxRXf4dADwc_Q%3BFVqVXf4dRPcc_Q%3BFXdIXf4d5XAd_Q%3BFRw5XP4djCId_Q%3B&hl=pt-BR&mra=dme&mrcr=6&mrsp=8&sz=19&via=5&sll=-27.600114,-48.508453&sspn=0.001391,0.002409&ie=UTF8&t=k&ll=-27.519842,-48.460007&spn=0.213133,0.291824&z=11&output=embed&w=425&h=350]