Review: equipamentos de bikepacking

Salve, salve!

Frame bag, seadle bag e handlebar bag. Os nomes em inglês deixam clara a origem norte-americana dos equipamentos que compõem um kit de bikepacking. Esta modalidade de viagem, com a bagagem “amarrada” à bicicleta, é bastante antiga, mas voltou à moda nos últimos anos após cair nas graças dos ciclistas aventureiros da California. A justificativa para o uso destas bolsas, que levam bem menos bagagem que um conjunto de alforges, é que elas preservam o prazer de pedalar em uma bicicleta mais leve. Assim é possível percorrer trilhas estreitas, ignorar pequenos buracos e até arriscar alguns pulos durante uma viagem.

Cicloturista na Austrália, há mais de 100 anos

A fama do bikepacking vem crescendo e hoje temos fabricantes nacionais produzindo bolsa de quadro, bolsa de selim e bolsa de guidão específicos para bikepacking (este termo está um pouco mais complicado para traduzir). A Aresta, aqui de Florianópolis, é a pioneira na fabricação destes equipamentos no Brasil e foi a empresa que escolhi para produzir o meu kit personalizado. Afinal, eu estava curioso para testar esta modalidade de viagem e ver se não era apenas uma modinha passageira. Para isso, encomendei uma bolsa de selim, que eles chamam de Marimbondo, uma frame bag e uma mochila, item que é abominado pela maioria dos cicloturistas mas que ajuda a aumentar a capacidade de carga no bikepacking. A bolsa de guidão eu desenvolvi em casa, a partir de uma peça que estava sem uso por aqui.

Confira no vídeo abaixo a explicação detalhada de cada componente do kit e as minhas impressões de uso após duas viagens.

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