Estrada Colonial, em Goiás

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Audax

Participar de eventos de esporte não é muito a minha praia. O último que me lembro foi o Audax Floripa de 2010, onde completamos os 200 km em 11 horas, curtindo um belíssimo dia de sol pela Capital de SC com dois grandes amigos. Mas, a idéia de pedalar pelo cerrado me atraiu, e o Desafiando Limites – Estrada Colonial era a chance de viabilizar isso.

Aliás, o Planalto Central é algo que me atrai há anos. Estive em Brasília por duas vezes durante a faculdade e fiquei impressionado com a amplidão dos cenários e as formas da cidade de Oscar Niemeyer  e Lúcio Costa. Alguns anos depois, em 2003, voltei à região de moto, percorrendo 2.300 km desde Florianópolis até a Chapada dos Veadeiros. Foi a vez de conhecer o cerrado, com seus jardins de buritis, pegadas de onça e refrescantes banhos de rio. Uma viagem inesquecível, que contarei aqui em outro post.

Chapada dos Veadeiros em 2003
Chapada dos Veadeiros em 2003

Desta vez, em outubro de 2012, o objetivo era sair da cidade de Girassol e chegar até Pirenópolis, ambas em Goiás, por estradas de terra. Um trajeto duro, com muitas pedras e, sim, subidas e descidas. Mas a companhia de uma amiga e três bons novos amigos fez tudo passar como um passeio pelo cerrado brasileiro. Gostei tanto que, na volta, meu pai ficou com a impressão que tinha curtido esta viagem mais que a Via Claudia Augusta. Na verdade, acho que não há como comparar isso. Mas que eu gostei de Goiás não há como negar. E em janeiro estarei lá novamente. Abaixo, fotos que contam um  belo dia pelo cerrado.

4 opiniões sobre “Estrada Colonial, em Goiás

  • dezembro 4, 2012 em 21:49
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    Que legal, Fábio!! Meu marido também fez a Estrada Colonial em Outubro/12. Estive esperando por ele em Cocalzinho de Goiás (último ponto de apoio do percurso) com nossa cadela Golden Retriever, Flora. Depois passamos até segunda pela manhã em Pirenópolis.
    O Eduardo também gostou demais dessa cicloviagem! Infelizmente, ainda não tenho condições físicas para acompanhar vocês 🙂
    Também somos motociclistas, embora estejamos sem moto desde fevereiro. Nossa última viagem foi pela Estrada Real. Vou começar a postar a história dessa viagem na próxima semana (http://erikahorst.com).
    Parabéns pelo post. Gostei muito!
    Abraço,
    Erika

    • dezembro 5, 2012 em 08:04
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      Então, devemos ter cruzado em algum momento por lá. Foi um pedal pesado, principalmente por causa do calor. Mas neste caso é apenas uma questão de baixar o ritmo que todos chegam. Continue pedalando e tente no próximo ano. Tenho certeza que você vai gostar.

      Quanto à moto, também sou um motociclista órfão. Estou sem uma moto de viagem desde 2004, pouco depois daquela viagem. Nossa, que saudade de pegar a estrada. Mas está entre os planos, uma hora volto a ter.

      Abraços e aguardo seus posts!

      Fábio

  • dezembro 6, 2012 em 06:59
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    Muito legal esse pedal. Não lembro exatamente, mas foi um pedal para essa região, relatado por um Senhor cicloturista de 53 anos, que na época me motivou à prática do cicloturismo. Quem sabe um dia ainda farei uma cicloviagem pela região?
    Belas e incentivadoras fotos!

    Grande cicloabraço!

    • dezembro 8, 2012 em 07:34
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      Waldson, em janeiro estarei lá novamente com este pessoal. Minha ideia é dar uma pedalada pequena e combinar algo maior mais pra frente. São grandes companhias. E o melhor, a passagem pra lá, de avião, não é cara. Paguei R$ 89 em outubro e resgatei com 3.000 pontos agora. Abraços

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