Chuva, suor e 67 quilômetros

Decidi em cima da hora. Agenda vazia para esta tarde, resolvi fazer um longo em direção ao sul da ilha. Caminhos de emoções fortes, principalmente entre o trevo da seta e o Campeche. Briga com carros, ônibus e caminhões por cada centímetro de pista. Ainda bem que depois vem o morro das pedras, vazio em um dia de semana de março. Mar grande, estourando com força. Bonito de ver. Na Armação o vento sul voltou com um pouco mais de força, e me acompanhou até os Açores.

Paradinha rápida pra respirar e da-lhe voltar com um ventinho empurrando. Mas veio a chuva, forte e um pouco gelada. Pelo menos o transito estava mais tranqüilo. Com média boa, cheguei rápido a Via Expressa Sul. E da-lhe cãibra com o pé ensopado.

Ciclovia a mais de 25 km/h e decido seguir com o plano e dar a volta ao Morro da Cruz. Daria tempo de chegar em casa, tomar banho e pegar o Arthur no colégio. E deu, apesar as obras que obrigam a pedalar na pista dos carros, em plena Beira-Mar. Cheguei em casa ensopado mas contente. E convicto de que o Audax não é pra mim.

Pedalar tem que ser um prazer. E estas 3:27h foram no limite do agradável. Já uma boa participação no Audax significa 10h sentado na bicicleta…

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