Nova marca reforça identidade

Nova marca reforça identidade

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Após conversas ao vivo e por e-mail, busca de referências, elaboração de propostas e ajustes na versão escolhida, está lançada a nova marca do Pedal Nativo. Ao contrário da primeira, esta foi desenvolvida com a ajuda de um designer, o Miguel Etges do @pedalamais. Ele soube entender a demanda e agregar de forma harmônica todos os elementos sugeridos. A arte reforça a vocação aventureira do Pedal Nativo e sua identificação com as montanhas. Também simplifica a mensagem ao excluir a palavra “Pedal”, já representada conceitualmente pelo ciclista aventureiro.

Além do blog, o novo desenho irá ilustrar o primeiro produto do Pedal Nativo, feito especialmente para quem viaja de bicicleta e que será lançado ainda no primeiro trimestre. Nós aqui curtimos bastante. Mas e você, o que achou da nova marca?

Retrospectivas e perspectivas

Retrospectivas e perspectivas

Quando comecei no jornalismo aprendi que o ambiente físico da redação era chamado de cozinha. Lá as pautas eram preparadas, as coberturas eram estruturadas e os textos, revisados. Pois foi onde o Pedal Nativo mais aconteceu neste ano. Houve um intenso trabalho de bastidores, com projetos e conquistas importantes, mas que não foi muito visível para quem lê o blog. Para dividir com vocês um pouco do trabalho, publicado e não publicado, segue um pequeno e prazeiroso resumo.

Exposição “Vivendo Histórias com a Bicicleta”

(Foto: Fábio Eduardo Silva / Clube de Cicloturismo do Brasil)
(Foto: Fábio Eduardo Silva / Clube de Cicloturismo do Brasil)

O que era um sonho distante se tornou realidade. Com incentivo da minha noiva, Letícia, fui à procura de lugares bacanas para expor fotos de cicloviagens, buscando difundir e estimular o tema. Foram fechados acertos com dois locais, o supermercado Angeloni, em sua unidade Beiramar, e a bicicletaria Garupa. Em cima da hora, a Fiesc, através de seu projeto Indústria e Cultura, apoiou a exposição com a impressão das fotos e a confecção dos cavaletes. O retorno foi muito legal, com mais de 50 mensagens no livro de visitantes. Comentários como”depois das pernas livres, as rodas das bicicletas são as melhores amigas da saúde do homem”, “se todos tivéssemos o mesmo espírito esportivo de vocês com certeza o mundo seria muito melhor” e “que o mundo continue dando voltas para a gente continuar dando nossas voltas também” foram gratas satisfações.

Para quem não pôde visitar as montagens, as fotos da exposição “Vivendo Histórias com a Bicicleta” podem ser conferidas online.

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Novo roteiro – Tabuleiro 360 graus

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Não foi apenas uma viagem. O contorno da Serra do Tabuleiro foi a realização de um roteiro há muito imaginado. Esta cadeia de montanhas é um verdadeiro santuário muito próximo de Florianópolis. É cercada por simpáticos municípios, da litorânea Garopaba à alemã São Bonifácio. O relato da viagem inaugural do “Tabuleiro 360 Graus” está neste post, com informações para quem quiser percorrer o trajeto.

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Instagram – @pedalnativo

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Inspirado pelas 200 fotos da primeira seleção para a exposição “Vivendo Histórias com a Bicicleta”, decidi criar o perfil do Pedal Nativo no Instagram. É uma forma bacana de destacar as 188 fotos que ficaram de fora da seleção final e outras novas que virão. Em pouco mais de um mês, já são mais de 120 seguidores e 35 posts. Uma das imagens mais curtidas até agora é esta acima, durante um deslocamento de trem na Itália.

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Parcerias

Logo-e1405832116905Logo no começo do ano fechamos nossa participação na Rede de Blogs Outdoor, um grupo de páginas com temática parecida e muita energia para buscar mais espaço e conhecimento. O primeiro resultado visível foi a viagem para o Refúgio Kalapalo, mas além disso rede tem sido importante para troca de idéias e aprendizado.

Logo-Clube_site_4No segundo semestre nos tornamos parceiros dos maiores especialistas em cicloviagem no Brasil, o Clube de Cicloturismo do Brasil. Um grupo de pessoas com conteúdo,  que realiza eventos como o Encontro Nacional de Cicloturismo e esteve envolvido com a criação de quase todos os roteiros lançados no Brasil. Esta parceria se soma ao meu voluntariado junto ao clube e teve como primeiro resultado a publicação conjunta da reportagem sobre o primeiro encontro catarinense de circuitos de cicloturismo.

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2016

E para o próximo ano? Vários projetos já estão em andamento. Vai aí um resumo: teremos uma nova e impactante marca, feita em parceria com o Miguel Etges, do @pedalamais, iniciaremos uma série de depoimentos em vídeo de viajantes, já gravados com Guilherme Cavallari e Nelson Neto, participaremos das comemorações dos 10 anos do circuito Vale Europeu, o pioneiro do Brasil, e lançaremos o primeiro produto Pedal Nativo, feito com carinho para quem gosta de viajar.

Vai aí um aperitivo da série de depoimentos.

Gostou? Nós também. Um grande abraço e um ótimo 2016 para todos nós!

Circuitos de SC buscam integração para crescer

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Evento foi realizado em Itajaí. (Foto: Fábio Almeida)

A conexão de roteiros e a divulgação integrada foram alguns dos principais temas debatidos durante o primeiro Seminário Catarinense de Circuitos de Cicloturismo. O evento foi realizado nesta quinta-feira (26) em Itajaí (SC) e contou com representantes dos circuitos Costa Verde & Mar, Araucárias, Vale Europeu e Dona Francisca, além da União de Ciclistas do Brasil, do Clube de Cicloturismo do Brasil e da empresa Caminhos do Sertão Cicloturismo.

“A atividade vem crescendo de maneira muito forte no Estado, mas nós sentimos que atingimos um limite. E para superarmos este limite, vamos precisar de dois tipos de integração. A primeira é a integração das gestões, da administração dos circuitos, e a segunda é a integração física, criando um grande roteiro de cicloturismo, que contemple todos os circuitos do Estado, de forma organizada e com fácil acesso”, defendeu Carlos Beppler, do circuito Costa Verde & Mar.

Para Jonatha Jünge, sócio da Caminhos do Sertão Cicloturismo, o mercado cresceu e se profissionalizou muito desde a fundação da empresa, em 2004. Ele acredita que o caminho para que os circuitos continuem crescendo passa pela melhor capacitação da oferta do serviço local. Isso permitiria ao ciclista não-autonomo contratar serviços diretamente nas localidades por onde passa o roteiro, fortalecendo a economia regional.

Entre os encaminhamentos do encontro estão a criação de um site com informações de todos os roteiros, a padronização da sinalização dos circuitos e o contato com a Secretaria de Estado do Turismo e o Ministério do Turismo solicitando apoio para capacitações e desenvolvimento de políticas de apoio ao modal. Como exemplo de integração, foi lembrado pelos participantes o caso da Suíça, que oferece em seu site oficial de turismo informações sobre 9.000 Km de roteiros de cicloturismo, com grande estrutura de atendimento local.

Rodrigo Telles, do Clube de Cicloturismo do Brasil, lembrou que o pioneirismo de Santa Catarina na estruturação de roteiros, com o lançamento do Circuito Vale Europeu em 2006, só foi possível devido a criação de consórcios entre as cidades. “Os municípios perceberam que é muito mais fácil atrair turistas para a região do que ficar disputando com o município ao lado”, afirmou o diretor da entidade que foi a responsável técnica pela criação dos quatro circuitos representados no evento.

Na opinião de André Geraldo Soares, da União de Ciclistas do Brasil, a melhoria da infraestrutura de mobilidade urbana pode facilitar o desenvolvimento do cicloturismo de duas formas: integrando os centros das cidades aos roteiros, o que amplia a variedade de atrações, e criando uma nova geração de ciclistas, o que se refletirá no número de futuros cicloturistas.

Durante o evento foi apresentada ainda a Liga Independente de Cicloturismo, que une grupos de ciclistas das cidades de Caçador, Campos Novos, Capinzal, Concórdia, Curitibanos, Fraiburgo, Herval do Oeste, Joaçaba, Lages, Luzerna, Ouro, Treze Tílias e Videira. A entidade tem um calendário anual com eventos em todos os municípios, chegando a reunir centenas de ciclistas em um fim de semana. 

O seminário foi promovido pelo Instituto Federal Catarinense, em parceria com a Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú. Além dos participantes do evento, Santa Catarina conta ainda com os circuitos Acolhida na Colônia e Caminhos do Alto Vale.

Fotos: Fábio Almeida

Sírios criam rota de migração com bicicleta

Sírios criam rota de migração com bicicleta
Foto: Shutterstock

Meio de transporte, diversão e esporte. Além destes tradicionais usos, a bicicleta se tornou protagonista na crise de refugiados que deixam para trás a guerra civil na Síria. Segundo a BBC, um número crescente de sírios tem entrado na Europa pela cidade norueguesa de Storskog, localizada 344 quilômetros acima do círculo polar ártico.

“Desde o início deste mês (outubro), mais de 500 pessoas cruzaram a fronteira”, afirmou à BBC Stein Kristian Hansen, superintendente da polícia encarregado do posto de controle. “Quem tenta cruzar a fronteira de carro com alguém que não esteja com a documentação em dia, corre o risco de ser detido por tráfico de pessoas” disse. Como não é permitido andar a pé no lado russo da fronteira, “eles vêm de bicicleta, não infringindo, portanto, a lei daquele país”, explicou Hansen.

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Fronteira Rússia – Noruega. Foto: Geir Johnsen

A chamada rota do ártico representa uma viagem de quase 4 mil quilômetros. Ela é feita em três dias: avião até Moscou, trem até Murmansk e táxi para a fronteira russo-norueguesa. Os refugiados compram então bicicletas para a travessia gelada de cinco quilômetros. As mesmas são abandonadas pouco depois da entrada em território norueguês. Com os 150 leitos do abrigo temporário de Sør-Varanger ocupados, alguns refugiados acabaram tendo de ser alojados em hotéis. Recentemente, a Noruega elevou para 20 mil a 25 mil a estimativa sobre o número de solicitantes de refúgio que deverá receber neste ano. No ano passado, um total de 11.480 pessoas buscaram abrigo no país escandinavo.

Aurélio descobre a Ásia (inteira)

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Seu plano inicial era pedalar pela Ásia. Apresentado em 2013, o novo projeto de Aurélio Magalhães previa um roteiro de 8 mil quilômetros. Meses depois, o trajeto do “Ásia by Bike” foi recalculado e a distância total a ser percorrida caiu para pouco mais de 6 mil quilômetros. Os amigos, claro, não perdoaram. Afinal ele estava dando um novo significado ao verbo “aureliar”, que já designava o ciclista que deixa de pedalar quando chove. Agora também dizia respeito ao que fica com medo de grandes pedaladas e reduz seus planos.

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Pura bobagem! Em novembro de 2013 Aurélio iniciou sua viagem , começando por Hong Kong. Seis meses e 6,4 mil quilômetros depois, encerrou a jornada Cingapura. Encerrou em teoria.

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“Quero voltar quando for a hora, e tenho certeza que a hora não é agora.  Também não sei quando será. Tenho uma nova perspectiva do mundo, e ele se torna cada vez menor diante dos meus pedais. Sinto que posso ir mais longe, muito mais longe e voltar pra casa. Quero desbravar cada lugar e me aprofundar verdadeiramente do que me faz sentido”, escreveu o cicloturista em seu blog ao anunciar um novo projeto, o “Da China da Casa by Bike”.

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Lançada a nova viagem, Aurélio passou por Austrália e Nova Zelândia, na Oceania, e Coréia do Sul, Taiwan e outros países da Ásia, em um roteiro aberto, que é alterado constantemente por um viajante sem pressa de voltar pra casa e com muita curiosidade por diferentes realidades.

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Nesta quarta-feira, dia 22 de abril, mandou notícias informando que encerrou a travessia da Mongólia. Na região enfrentou grandes desafios para pedalar, acampar, se alimentar e até se comunicar.

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Como pesquisador de culinária, experimentou de tudo pela Ásia. até cabeça de pato e de cordeiro.

De troco, conheceu uma belíssima e marcante região, com um povo único e hospitaleiro. Parte agora para um novo e igualmente duro desafio: atravessar a região da Ásia Central. Siga seus passos no blog atmagalhaes.wordpress.com.

Pedal Nativo integra a Rede de Blogs Outdoor

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Sabe a história de encontrar mais dos seus? Então, agora o Pedal Nativo integra a Rede de Blogs Outdoor (RBO), um grupo de 20 sites que falam de esportes, viagem e vida ao ar livre. Somos pequenos no meio de gente com tanta experiência e conteúdo, mas muito orgulhosos de sermos aceitos no grupo. Nosso objetivo agora é aprender e construir um Pedal Nativo e uma RBO melhores.

Objetivos da Rede de Blogs Outdoor

  1. Unir proprietários, editores e administradores de sites e blogs com a temática Outdoor.
  2. Elaborar e estabelecer boas práticas para os seus associados.
  3. Criar oportunidades para troca de informações e conhecimento para auxiliar ações de produção de conteúdo sobre a temática das atividades outdoor.
  4. Estabelecer relações comerciais com as empresas do nicho de atividades Outdoor, apresentando o trabalho da Rede e de seus associados, viabilizando parcerias.
  5. Dar mais visibilidade a todos os Blogs associados, criando canais de comunicação.

E já temos frutos desta associação. Em breve, mais novidades boas.

Longa vida ao Pedal Nativo, longa vida à RBO!

 

 

Cicloturismo: de maluquice a algo “cool” em 30 anos

O evento será realizado de 1º a 3 de maio, mas os ingressos já estão esgotados. Não se trata de uma edição do Rock in Rio ou do campeonato mundial de alguma famosa modalidade esportiva, mas do primeiro Festival de Cicloturismo do Reino Unido. Reportagem do The Guardian mostra que, em um espaço de 30 anos as viagens de bicicleta passaram de uma diversão de malucos para algo “cool”, desejado por muitos.

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O jornalista Travor Ward relata esta mudança através de experiências próprias:

“Em meados da década de 1980 eu fiz algo que os membros do meu clube de ciclismo local acharam hilário – pedalei para o deserto do Saara e voltei. Em seus calções de lycra e agasalhos de corrida, eles riram da minha bicicleta, que, carregada com alforges, barraca, fogão, saco de dormir, pneus sobressalentes e até uma pequena cadeira dobrável, tinha se transformado de uma elegante lâmina de aço em algo parecido com as consequências de uma explosão.

Minha humilhação continuou nas partes mais remotas da Tunísia e Argélia, onde grupos de crianças saudavam minha chegada a suas aldeias jogando pedaços de pedra em minha cabeça.

Parece que eu estava à frente do meu tempo – cicloturismo é agora considerado legal. Mesmo ciclistas de estrada de alto desempenho estão trocando suas máquinas de corrida de carbono para pesadas bicicletas de turismo. E, quando em territórios desconhecidos, eles estão mais propensos a serem recebidos com endereços de e-mail e solicitações do Facebook do que com uma saraivada de pedras.””

Já tendo viajado por Iran, Mongólia, Escandinávia, EUA, Austrália e Nova Zelândia, Tom Allen, será um dos palestrantes do evento britânico. “A maioria das pessoas que me deparei que estão planejando grandes aventuras em bicicletas não são realmente os ciclistas. Às vezes, eles são tipos que valorizam a vida ao ar livre e se atraem pelo desenvolvimento físico e pela gama de distâncias que você pode cobrir pedalando. Às vezes, são pessoas com pouco dinheiro, que procuram uma maneira de viajar para longe de forma barata. Às vezes, eles acabaram de ler um livro ou blog e pensam “isso parece incrível””, diz.

“A ideia de um ano sabático está se tornando cada vez mais popular, em parte devido aos blogs e mídias sociais. A ideia de atravessar continentes de bicicleta é assustadora, mas ver todos aqueles que foram antes, seguindo todos os seus passos ao longo do caminho, deu a mim e meu marido a confiança de que nós também poderíamos fazê-lo”, afirma Laura Moss, organizadora do encontro.

Brasil – Por aqui, parece que estamos em um estágio intermediário. Apesar de muitos ainda considerarem uma maluquice o simples fato de pedalar fora de parques ou ciclovias, um número cada vez maior de pessoas tem experimentado, e aprovado, as viagens sobre a bicicleta. Para os que buscam inspiração, há diversos viajantes brasileiros hoje na estrada, postando fotos e relatos incríveis. Pedalando pela América estão a Ada Cordeiro, a Carol Emboava e o Beto Ambrosio. Além disso, o nosso “festival de cicloturismo” já está em sua 13a edição. Promovido pelo Clube de Cicloturismo do Brasil, o encontro anual acontece em Campos do Jordão (SP) e reúne mais de uma centena de viajantes de todo país.

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Se empolgou? Quer botar sua bicicleta na estrada? Confira dicas para iniciantes neste post.

BBC conta a história da bicicleta

BBC conta a história da bicicleta

Uma hora de documentário, uma viagem pela história da bicicleta. “Bike of my Life”, produzido pela BBC, utiliza a busca de componentes para a montagem de uma bicicleta “definitiva” como mote para contar toda a história da bicicleta. O apresentador mostra a linha de produção dos selins de couro da Brooks, que é feito de modo artesanal, e dos pneus da Continental. Também são visitados fabricantes menos conhecidos de componentes como rodas e mesas.

O programa tem dois passeios de bike. O primeiro é um rolê de speed pela região da Lombardia, Itália, com direito a parada no santuário da Madonna del Ghisallo, considerada patrona dos ciclistas. O segundo é uma volta fantástica pelas montanhas da Califórnia com os caras que, na década de 1970, inventaram o mountain bike. Tudo com bicicletas da época e recheado com boas entrevistas.

Como não poderia deixar de ser, o documentário aborda também os atuais movimentos de mudança de mentalidade da população, com o uso cada vez maior da bicicleta como meio de transporte. Reforça a necessidade de que políticas públicas revertam a cultura do automóvel.

O vídeo é, acima de tudo, uma declaração de amor à bicicleta. Imperdível.

10.000 visualizações

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E eis que o Nácolo atingiu hoje a marca de 10.000 visualizações desde o seu início, em dezembro de 2009. Não é um número fabuloso, fantástico ou espetacular na comparação com portais profissionais, mas dá um certo gosto de ver. Este blog sempre foi feito como um hobbie, tendo gerado receita zero nestes três anos e meio. O objetivo disso aqui sempre foi o de divulgar informações e, em menor escala, expressar minha opinião sobre ciclismo, cicloturismo e atividades junto à natureza. Qual será o futuro do Nácolo? Nem eu sei, mas cada vez mais pego gosto e vou apurando a direção disso aqui.

E, claro, devo agradecer aos visitantes, sejam eles frequentes ou não, que foram os que, na prática, fizeram este número. Convido para que participem mais, comentando e divulgando o Náculo quando acharem que deve.

Muito obrigado!

Fábio Almeida

Pedalando ao Polo Sul

O ciclista espanhol Juan Granados é conhecido por fazer viagens em locais extremos, como o deserto da Australia e a Groenlândia. Recentemente, após uma viagem pelo mar Báltico, adotou o apelido de “Juan sin miedo”, mesmo nome de um personagem criado pelos irmãos Grimm, que desconhece o medo e viaja em busca deste sentimento.

Agora, Juan se prepara para pedalar até o Polo Sul. Seu projeto foi apresentado ontem pelo jornal espanhol “Marca”, que apóia o projeto. O jornal também fez um texto sobre a preparação de sua bicicleta.

Confira o vídeo de apresentação da viagem
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=698LU556hQY]

“Heroísmos” à parte, vale a pena acompanhar os relatos do cara. Uma grande aventura!