Bikepacking é mesmo uma boa?

Salve, salve!
Vinha bem empolgado com a moda de bikepacking que tomou conta dos EUA. A tentação de ter uma bike mais na mão, com a bagagem mais concentrada, é muito grande.
O negócio está tão forte que esta semana a Ortlieb entrou na moda e lançou sua linha de bikepacking. Só que olhando as peças me surgiu uma questão.
Sem Título-1
Para estes “pacotes” carregarem um volume razoável de carga eles ficam muito grandes e devem balançar bem em uma pedalada fora do asfalto. Em especial o que se prende no canote do selim. Acredito que até mais que um alforge como os da própria Ortlieb.
Então, qual é a vantagem mesmo?

4 opiniões sobre “Bikepacking é mesmo uma boa?

  • abril 16, 2016 em 00:19
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    Desde que bem instalado e com o volume e o peso de carga não excedento o recomendável pelo fabricante o sistema é bem confiável sim. Este “marimbondo” que vai no canote do selim é fixado em três pontos e fica bem fixo. A trepidação é um ponto favorável, já que esta peça é projetada para o transporte de tecidos, como barracas, lonas e roupas. Os fabricantes colocam fitas redutores de volumes, para que não fiquem peças soltas ou se batendo nas trilhas. Conheço algumas pessoas que usam estes equipamentos frequentemente da Aresta, que é o fabricante local, e só o elogiam. Eu mesmo já me debrucei analisando estas dúvidas.

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  • abril 16, 2016 em 10:40
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    Pelo que tenho observado, este tipo de bolsa está muito atrelado a bike modelo Fat. Com o centro de gravidade tão alto, os cuidados terão que ser redobrados, em comparação com os alforjes afixados em bagageiros normais.

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  • abril 16, 2016 em 11:55
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    Achei curioso um dos significados de bikepacking para eles (Ortlieb). Dizem que é algo para estradas fora do asfalto. E, por aqui, no Brasil, fazemos isso faz muito tempo com os mesmos equipamentos de sempre, alforjes e outras bolsas tradicionais. Concordo que andam associando muito com as Fat Bikes. Vejo que estes equipamentos ajudam muito nas bicicletas de suspensão total (frente e atrás) também, onde é complicado instalar bagageiro e sistemas tradicionais. Vejo também que quando a viagem requer mais equipamento, como por exemplo em muito frio, muitos dias fora, com camping e cozinha, etc., o ciclista acaba usando uma mochila nas costas, já que as bolsas não conseguem comportar tanta carga. Particularmente não me adapto com mochilas, ainda mais pesadas. Gosto daquela orientação de que todo peso/carga deve ser distribuído na bicicleta e não no ciclista. Mas é algo particular também.
    Sobre a carga balançar, acredito que deve balançar bastante sim. Além disso acabam “forçando” de maneira diferente as regiões onde são fixados, com maior preocupação minha com o canote do selim e guidão. Não sei como os fabricantes destas peças encaram isso e o que recomendam…
    De toda maneira, são avanços que considero importantes.
    Talvez as vantagens sejam particulares para alguns tipos de viagem e roteiros. Vejamos com o tempo…

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  • abril 20, 2016 em 08:02
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    Olá Fabio. Aposto que o ângulo acentuado do “pacote” traseiro deve aumentar a resistência. Eu uso um alforge ortlieb desde 2012, duas vezes por semana e ainda funciona perfeitamente o mecanismo de trava no bagageiro. É muito confiável. Tomara que eles tenham mantido o mesmo nível dos alforges.

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