Vamos para a Serra da Garganta!

Edição: Viagem realizada! Confira o relato aqui.

 

Salve, salve!

Se não tem pousada, vamos de barracas! Com as poucas pousadas da parte alta do Vale Europeu cheias, tivemos que mudar a viagem de setembro. Agora, o programa é subir até a Serra da Garganta, entre São Bonifácio e Anitápolis.  Celebrando a independência em relação às vans e às pousadas, partiremos pedalando de Floripa, para acamparmos em Águas Mornas, na Serra da Garganta e em Águas Mornas de volta.


O que está incluído:

Consultoria para equipamentos
Guia experiente
Local para camping em Águas Mornas

O que não está incluído

Carro de apoio
Transporte de bagagem
Refeições

Veja como foi a primeira ida para lá

 

Valor: R$ 100 (depósito ou cartão)

Inscreva-se aqui!

Dúvidas? fabio@pedalnativo.com.br / (48) 99157-0838

Atenção: esta viagem já está confirmada, não dependendo de um número mínimo de inscritos.

A batalha da Serra da Garganta – No alto da serra, a 85 quilômetros de Florianópolis, sete corpos estão enterrados em cova rasa. Eles foram mortos em combate durante a Revolução de 1930, lutando contra um grupo de rebeldes que subia a serra. A história desse combate é praticamente desconhecida dos catarinenses e pouco explicada. Mas o episódio começa a ser resgatado graças ao esforço de pesquisadores que salvaram depoimentos e documentos raros.

O coronel da reserva e ex-comandante da Polícia Militar de Santa Catarina Valmir Lemos prepara um livro sobre os episódios ocorridos no Estado durante a revolução que levou Getúlio Vargas à Presidência da República. “Depois que os vencedores assumiram o poder no Estado, os registros desse combate desapareceram, pois não interessava revelar que sete catarinenses haviam sido mortos pelos revolucionários e enterrados no alto da serra”, afirma Lemos.

Assim que a revolução foi deflagrada em Porto Alegre, os rebeldes entraram no Estado em três colunas. Uma delas seguiu pelo centro do território catarinense, pelos trilhos da estrada de ferro São Paulo­ Rio Grande, em direção a Porto União e São Paulo. De Porto União um grupo juntou-se a paranaenses e catarinenses para tomar Joinville. Outra coluna entrou pelo Planalto para tomar Lages, Rio do Sul e Blumenau. Um terceiro grupo, que entraria em território catarinense ainda na manhã do dia 3 de outubro, tinha como objetivo abrir caminho até Florianópolis para a coluna que avançaria pelo litoral, comandada pelo general Ptolomeu Assis Brasil. Nesse caminho, um ponto de passagem era estratégico: a Serra da Garganta. (continua no Facebook)

 

2 comentários em “Vamos para a Serra da Garganta!

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