Entrevista – Guilherme Cavallari

Guilherme Cavallari tem uma biografia diferente da convencional. Entre outras coisas, já desceu o Nilo em um veleiro, trabalhou como bike courier em Berlin, limpou chaminés nos EUA, criou uma editora para publicar seus livros e… pedalou por 6.000 quilômetros em uma aventura pelo extremo sul da América.

“Às vezes, a rotina é pedalar e pedalar e nada mais. Nesses casos, os dias se resumem a pontos de partida e a pontos de chegada, separados apenas por muito esforço. (…) A cada chegada não sobra tempo para comemorações, a prioridade é descansar. Tudo que a mente quer é silêncio e poder saborear a paz do corpo esgotado. Não sobra energia para ansiedade ou frustrações e o sorriso quase imperceptível, que aparece involuntário no rosto, é de pura satisfação pelo dia bem trabalhado. Dá até para confundir com a sensação de felicidade”, escreveu Cavallari.

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A expedição Transpatagônia durou 6 meses e foi realizada de forma solo e autônoma, percorrendo toda extensão da Patagônia e da Terra do Fogo entre 2012 e 2013. Dois dos resultados desta viagem são o livro e o filme Transpatagônia. Outra consequência é a sua mudança de São Paulo, capital, para uma fazenda em Gonçalves, encravada na Serra da Mantiqueira. E foi lá, no Refúgio Kalapalo, que Cavallari foi entrevistado por Eliana Garcia, Fábio Almeida e Rodrigo Telles, em parceria entre Pedal Nativo e o Clube de Cicloturismo do Brasil.

A entrevista será publicada por etapas, sempre nesta página.

Apresentação

Parte 1 – Esporte e cicloturismo de aventura

Parte 2 – A busca pela natureza

Parte 3 – Ponto de ruptura – A saída da cidade grande para morar junto à natureza

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